2018: Boa Viagem!

Este foi o melhor ano da minha vida até à data. Não por causa da incrível viagem que se concretizou ou por ter posto em ação um velho sonho, mas porque eu me senti mais eu do que alguma vez antes! Eu acho que, pela primeira vez na minha vida, eu senti-me verdadeiramente ligada a mim própria. À medida que as máscaras e as emoções saíam uma a uma como as camadas de uma cebola, eu fui obrigada a enfrentar-me de verdade! Foi assustador – e inicialmente eu tento fugir – e para ser sincera, indirectamente, eu passei parte do ano a fugir, mas quando se tem vontade, há sempre um momento em que se é obrigado a encarar que ou vamos fugir para sempre ou vamos ter de enfrentar a responsabilidade de que tudo o que somos está apenas nas nossas mãos.

Esse momento decisivo teve lugar muito recentemente e eu diria que foi o final de um ano recheado de lições sobre mim própria. Como todas as constatações deste foro, não foi fácil nem pacífico; foi muito doloroso, um pouco como uma tempestade delicada que toma conta sem misericórdia, mas que quando sai, nos faz perceber que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, pois foi a oportunidade perfeita para se estar verdadeiramente presente connosco próprios e com as nossas emoções! Estou grata a todas as experiências que tornaram este ano inesquecível!

Se no ano passado a canção que soava repetidamente na minha cabeça à medida que eu dizia “obrigada 2017” era a Ashes to Ashes de Bowie, este ano é a Good Riddance dos Green Day que se repete nas profundezas da minha mente! Eu brindo a 2018 por me ter dado as ferramentas para fazer do dia de hoje, do momento de agora e, como tal, para fazer sempre do ano corrente o melhor ano da minha vida! Bem-vindo 2019!

 

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